FuturizePro
AI Working Group Brasil

Um programa.
Três formatos.

O método é o mesmo em todos: diagnóstico primeiro, cultura antes de ferramenta, e alguma coisa rodando de verdade no final. O que muda é quem paga, o que já existe antes de começar e o tempo de percurso.

Qual é o meu caso?

  • In Company

    Turmas abertas

    Médias e grandes empresas · 150–500 colaboradores

    Cultura, implementação setor a setor com ROI medido e um comitê de IA interno que sustenta o programa depois que a consultoria sai.

    Quem paga
    A empresa contrata
    O que já existe
    Operação com vários setores e orçamento já aprovado
    Formato
    Projeto sob medida · 4 a 6 meses
    Ver o programa
  • Líderes

    Em formação

    Donos e diretores de pequenas e médias empresas

    Para quem já usa IA solta no dia a dia, mas nada virou processo do time. Termina com automações rodando no próprio negócio, não com um plano para depois.

    Quem paga
    O dono decide e paga
    O que já existe
    Operação enxuta — e o dono virou o gargalo
    Formato
    Turma fechada · em formação
    Entrar na lista
  • Digital

    Em formação

    Autônomos, coaches, consultores, solopreneurs, infoprodutores e profissionais liberais

    Para quem quer viver do próprio conhecimento e usar IA para montar a operação desde o começo: oferta, captação e atendimento sem depender de time.

    Quem paga
    Você paga pela sua própria formação
    O que já existe
    Ainda não existe operação — é ela que vamos montar
    Formato
    Coorte · em formação
    Entrar na lista

Não tem certeza de qual é o seu caso? A regra rápida: se a decisão passa por um comitê, é In Company. Se você decide sozinho e já tem time, é Líderes. Se a operação ainda é você, é Digital.

O que não muda

Os cinco princípios valem nas três trilhas

É o que faz das três o mesmo programa, e não três produtos com o mesmo nome na capa.

  1. 01

    Diagnóstico antes de prescrição

    Nada começa sem olhar o que já existe. O programa é desenhado depois do diagnóstico, nunca antes — vale para uma operação de 400 pessoas e para quem ainda não vendeu o primeiro serviço.

  2. 02

    Cultura antes de ferramenta

    Ferramenta sem letramento e sem regra de uso gera risco, não produtividade. Em toda trilha a pessoa entende o que a IA faz antes de sair contratando assinatura.

  3. 03

    Implementação real, não teórica

    Ninguém sai com uma lista de possibilidades. Sai com algo rodando e com número medido antes e depois.

  4. 04

    Governança desde o dia 1

    LGPD, limites do que a IA pode prometer e trilha de consentimento fazem parte do trabalho — não são anexo jurídico pendurado no final.

  5. 05

    Autonomia, não dependência

    O objetivo é você não precisar de mim no final. Numa empresa isso vira comitê interno; num negócio de uma pessoa, vira rotina que ela sustenta sozinha.

Certificado MIT xPRO de Rafael Viana — Designing and Building AI Products and Services, maio de 2024
Credencial verificável

Certificado pelo MIT xPRO

Designing and Building AI Products and Services — 4,80 CEUs, maio de 2024. Emitido pelo Massachusetts Institute of Technology e assinado por Eric Grimson, vice-presidente de Open Learning do MIT.

Não é curso de "usar ferramenta": é sobre projetar produto de IA — arquitetura, viabilidade e o que faz um sistema sobreviver ao contato com o usuário real.

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Ainda em dúvida

Me diga como é o seu negócio hoje

Eu respondo qual das três trilhas faz sentido para o seu caso — inclusive se a resposta for nenhuma delas agora.